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Especial - Dia dos Namorados |
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lenda: Em memória de um padre romano que se apaixonou pela filha do seu
carcereiro
Envolta em mistério, pois são variadas as lendas em seu redor, a história do Dia de S. Valentim assenta, simultaneamente, em tradições cristãs e pagãs, sendo certo que ... |
A
Ciência: A bioquímica do amor: O desejo é mais forte do que o amor, os biólogos explicam que o primeiro existe por questões de conservação da espécie, a sociedade pinta o segundo num tom rosa. Segundo os cientistas, o amor é uma sofisticação do que é básico e... |
envie um beijo Virtual |
ou um postal animado |
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Poemas Florbela Espanca:
"Eu quero amar, amar perdidamente! Leila
Miccolis: "Tem coisas que a gente só diz de porre |
Antologia
de contos no São Valentim Hoje o Diário de Noticias distribui gratuitamente o livro "Linhas Cruzadas. Uma Antologia de Contos PT" ... |
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Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente! |
Escreve-me
... Escreve-me! Ainda que seja só Uma palavra, uma palavra apenas, Suave como o teu nome e casta Como um perfume casto d'açucenas! Escreve-me! Há tanto, há tanto tempo Que te não vejo, amor! Meu coração Morreu já, e no mundo aos pobres mortos Ninguém nega uma frase d'oração! "Amo-te!" Cinco letras pequeninas, Folhas leves e tenras de boninas, Um poema d'amor e felicidade! Não queres mandar-me esta palavra apenas? Olha, manda então...brandas...serenas... Cinco pétalas roxas de saudade... |
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poema ao mais recente amor Estar entre teus pelos e dedos, entre tua densidade, neste transpirar sob medida aos teus gemidos. Estar entre teus trópicos, entre o teu desejo e o meu prazer; beber o teu desejo e o meu prazer; beber parte de teus líquens e teus rios percorrendo-te da foz até a origem, e pura a cada amor partir mais virgem. |
a seco Tem coisas que a gente só diz de porre se não o outro corre; mas passada a bebedeira, a gente acha que fez besteira, não devia ter falado, que se expôs adoidado, à toa e foi tolice. Finge-se então que se esquece o que disse, culpa-se a carência, a demência, a embriaguez responsáveis por tamanha estupidez. E é aceitando este estranho cabedal que quando se volta ao "estado normal", cada vez mais sós, na defensiva, corroídos morremos de cirrose... afetiva |