|
| São milhares as sequências de ADN conhecidas, desde vírus, bactérias e
humanas. |
| |
| Teoricamente o ADN
pode ser extraído de qualquer amostra que contenha células nucleadas (sangue, cabelo, tecidos). |
| |
| PCR - Polimerase Chain Reaction |
| Os fragmentos de
ADN, (mesmo os demasiado pequenos), podem ser amplificados e detectados por uma técnica rápida e bastante sensível: PCR
»» |
| |
|
Técnicas de Análise do ADN
A sequênciação do ADN dos organismos vivos tornou-se numa técnica de rotina em laboratórios de investigação. São milhares as sequências de ADN conhecidas, desde vírus, bactérias e humanas. O número de tecnologias e técnicas (algumas das quais subsidiárias das já existentes) tem vindo a crescer duma forma quase exponencial. (figura
9)
 |
| Figura 9 Evolução das tecnologias de ADN |
Teoricamente o ADN pode ser extraído de qualquer amostra que contenha células nucleadas (sangue, cabelo, tecidos).
RFPL - Restriction Fragment Length Polymorphisms
Após a extracção, o ADN é cortado por enzimas de restrição. Cada uma destas enzimas têm a capacidade de cortar a dupla cadeia do ADN em
sítios que lhe são especificas. (figura 10)
|

|
| Figura 10. Enzima de restrição
(Pst I) e o respectivo local de corte (*). |
O tamanho dos fragmentos produzidos é constante num indivíduo mas variáveis na espécie, devido às diferenças nas sequências não codificantes do
ADN. Esta característica serve de base a um dos tipos de análise do
ADN: Análise dos polimorfismos ou RFLP.
Os fragmentos de ADN produzidos pelas enzimas de restrição podem ser separadas segundo o seu tamanho, por electroforese em gel de
agarose, por meio de uma corrente eléctrica.
Os fragmentos mais pequenos migram mais rapidamente do que os maiores. O resultado é um rasto de fragmentos de ADN no gel, progressivamente mais pequenos.
Southern Blotting
Os fragmentos de dupla cadeia de ADN retirados a partir do gel, podem ser separados em duas cadeias (desnaturação) e transferidos para uma membrana de nitrocelulose ou nylon (Técnica de Southern
blotting). (figura 11)
Os fragmentos fixam-se duma forma estável à membrana, alinhados nas mesmas posições em que se encontravam no gel.
Hibridização
O ADN fixo na membrana pode então ser analisado.
Se o que se pesquisa é uma determinada sequência de ADN, então usa-se uma sequência que lhe seja complementar (sonda) marcada com uma substância radioactiva, de forma a que o conjunto da reacção sonda + ADN complementar pesquisado possa depois ser visualizado numa película de raio X. (Técnica de Hibridização). (figura 11) |
 |
|
Figura 11. O ADN depois de cortado por enzimas de restrição é
separado (por peso molecular) em gel de agarose. As sequências alvo são detectadas pós incubação com uma sonda marcada. |
seguinte
» |